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Marco Paulo NOSSA SENHORA

Lindíssimo! Marco Paulo no Santuário de Fátima: Nossa Senhora

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Marco Paulo Nossa Senhora
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Marco Paulo NOSSA SENHORA Vídeo de: Espacial Música

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Marco Paulo

Nossa Senhora

Cubra-me com seu manto de amor
Guarda-me na paz desse olhar
Cura-me as feridas e a dor, me faz suportar
Que as pedras do meu caminho
Meus pés suportem pisar
Mesmo ferido de espinhos, me ajude a passar
Se ficaram mágoas em mim
Mãe, tire-as do meu coração
E aqueles que eu fiz sofrer, peço perdão
Se eu curvar meu corpo na dor
Alivia o peso da cruz
Interceda por mim minha mãe, junto a Jesus

Nossa Senhora me dê a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida e do meu destino
Nossa Senhora me dê a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida e do meu destino
Do meu caminho
Cuida de mim

Sempre que o meu pranto chegar
Ponha sobre mim suas mãos
Aumenta minha fé e acalma o meu coração
Grande é a procissão, a pedir
Misericórdia ou perdão,
A cura do corpo e da alma, a salvação
Pobres pecadores, oh mãe
Tão necessitados de vós
Santa Mãe de Deus tem piedade de nós
De joelhos aos vossos pés
Estendei a nós vossas mãos
Rogai por todos nós vossos filhos, meus irmãos

Nossa Senhora me dê a mão
Cuide do meu coração
Da minha vida e do meu destino
Nossa Senhora me dê a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida e do meu destino
Do meu caminho
Cuida de mim

Nossa Senhora me dê a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida e do meu destino
Nossa Senhora me dê a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida e do meu destino
Do meu caminho
Cuida de nós
Nossa Senhora me dê a mão
Cuida do meu coração

Música Portuguesa

Portugal é conhecido pela sua tradição musical, maioritariamente pelo fado e seus derivados. Sendo este o género musical que, por pura convenção mais caracteriza o espírito português, associado à sua história e suas raízes culturais sobretudo por influência de Amália Rodrigues, tem-se observado – junto com as particularidades de Carlos Paredes a par da música de intervenção prefigurada por José Afonso, caracterizada também por insinuações poéticas e subtis mas de forte contestação política –, uma expansão em diversos estilos musicais, como o rock, o metal e o hip-hop, que assimilam algumas dessas marcas.
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A história da música portuguesa do século XX revela-se como inovadora principalmente na segunda metade do século, no período que antecede a Revolução dos Cravos e nos anos imediatos.

Pré-Revolução dos Cravos

Durante o Estado Novo, a música portuguesa foi muito influenciada pelo concurso televisivo da RTP, o Festival RTP da Canção, o Nacional-cançonetismo, de temática típica de ideais do Zé Povinho e pequeno-burgueses. Simone de Oliveira, de voz escaldante, de trejeitos rebolados e rebuliços, é um dos paradigmas dessa época cinzenta.
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No lado oposto, menos redundante, desenvolveu-se a música de intervenção, com o intuito de atacar o Estado Novo e de acordar o bom povo: o Luís Cília, um tanto afrancesado, os mansos Vitorino e Janita, em trinados dedicados ao feminino, Sérgio Godinho, José Mário Branco, Zeca Afonso, António Macedo, em cantares mais explícitos, são alguns dos músicos que pontuaram a revolta. Entre uns e outros, Linda de Suza, em registo algo patético, quebrando corações nostálgicos, tornar-se-ia a “embaixadora” da música portuguesa junto dos imigrantes portugueses em França.
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No entanto, já desde o final da década de 1950 que se fazia rock em Portugal. Joaquim Costa, Os Babies (de José Cid), Os Conchas, Daniel Bacelar seriam alguns dos pioneiros do género.
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Na década seguinte, anos de surf e yé-yé, o Conjunto Mistério, os Gatos Negros, os Titãs são alguns dos grupos que, juntamente com o João Paulo, Os Ekos, o Quinteto Académico, os Jets, os Sheiks e os Chinchilas marcaram essa década.
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No iníco da década de 1970, à semelhança da música de intervenção, o rock fica mais politizado, com o Quarteto 1111, os Steamer’s, a Filarmónica Fraude, a Banda do Casaco e etc.

Pós-Revolução dos Cravos

Se Amália ainda é o nome mais conhecido na música portuguesa, na década de 1980 surgem bandas seminais para o enriquecimento da cultura musical portuguesa, como por exemplo os Heróis do Mar, os Sétima Legião, os GNR, os Madredeus. O fado evolui com cantores como o Camané ou a Mariza.
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Surgem a partir de então variadíssimos grupos que cantam em inglês, descaracterizando-se, tal como em muitos outros países. Existem no entanto em Portugal artistas musicais contemporâneos que dão significativos contributos em todos os estilos e formas de música, no rock-canção, como os Ornatos Violeta, na canção pop com os Clã, os Moonspell, os Hip-Hop, os Xutos & Pontapés, cantando em português, como também o Sam the Kid ou o Valete. Da fusão Rock–Hip-Hop são bom exemplo os Da Weasel.
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No rock, soul e blues, os Wraygunn são um exemplo perfeito. Na música de dança, emergem os Buraka Som Sistema. Na música Reggae e Ska destacam-se artistas como os Primitive Reason, Three and a Quater, Chapa Dux, Souls of Fire. Mantém-se activa a música tradicional popular modernizada, especialmente em Trás-os-Montes.
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Na década de 1990 é cunhado o termo Música pimba, embora o género já existisse, a partir de uma canção do Emanuel: música ligeira com expressões de duplo sentido, quase sempre erótico, muitas vezes roçando o porno para bem vender junto do povinho recalcado, à mistura com uns copitos de tinto, sendo nisso Quim Barreiros uma das erguidas figuras de ponta.
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