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A canção mais “Romântica” de Quim Barreiros

Estes e muitos outros temas cantados por Quim Barreiros nas últimas décadas, fizeram dele um dos artistas mais amados do nosso país.

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Quim Barreiros
Quim Barreiros

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A canção mais “Romântica” de Quim Barreiros Vídeo de: Espacial Live 

Quim Barreiros

Incontornável na música portuguesa, Quim Barreiros é o nome por excelência, musicalmente consensual entre todos.

Com irreverência, uma postura e personalidade inocentemente provocatórias que nos deixam indefesos, Quim Barreiros é um verdadeiro ícone musical que é presença obrigatória nas mais variadas festas juvenis e estudantis, pois não há queima das fitas ou receções aos caloiros que não contem com a presença deste artista. Com esta faceta sempre jovial e refrescante, Quim Barreiros afirma que faz 69… anos… O nome do seu mais recente trabalho discográfico recheado de novas canções que vão juntar-se ao vasto palmarés de êxitos de uma longa e recheada carreira.

Mestre no uso das palavras que só mesmo a língua portuguesa permite, jogando com os vários sentidos e sem que caia no banal e na facilidade do uso de expressões menos próprias, Quim Barreiros é o expoente máximo da diversão e animação musical. Em “Eu faço 69” além da canção que abre este cd e que dá nome a este trabalho, podemos ainda encontrar “Ó meu São Bartolomeu”, “Eu quero casar”, “Coligação ao tacho” e não deixando a sua vertente de desportista e de treinador de bancada, Quim Barreiros apresenta duas canções dedicadas aos grandes dérbis futebolísticos intituladas: “Benfica-Sporting” e “Porto-Benfica”.

Mestre contador de histórias, Quim Barreiros apresenta mais um álbum repleto de canções divertidas e irreverentemente provocatórias que fazem as delícias de todos, num ano especial o ano em que, como Quim Barreiros afirma, “Eu faço 69”.

A alegria da estudantada

Estes e muitos outros temas cantados por Quim Barreiros – da sua autoria ou não – nas últimas décadas, fizeram dele um dos artistas mais amados do nosso país.

Entre dezenas de outros exemplos podem citar-se “Mestre de Culinária”, “Os Bichos da Fazenda”, “A Coisa”, “Dar ao Apito”, “Ela Estava Contusa”, “Nunca Gastes Tudo”, “Quem Pode, Pode”, “Deixa Botar Só a Cabeça”, “Riacho da Pedreira”, “O Ténis”, “Os Pêlos do Coelhinho”, “O Peixe”, “O Poder”, “O Brioche da Sofia” ou o recente e polémico “Casamento Gay”.

E, se bem que muitas vezes desprezado pela crítica musical instituída e malvisto por algumas elites culturais, Quim Barreiros é – desde meados dos anos 80 – o artista favorito de muitas associações académicas que, ano após ano, o solicitam para abrilhantar as suas Queima das Fitas e Semanas académicas.

Com uma carreira de sucessos imparáveis, que fazem dele ainda hoje uma presença híper-requisitada em inúmeros locais do país e do estrangeiro, Quim Barreiros é capaz de ser também o cantor nacional que mais clones deixou na música portuguesa. E basta ver a quantidade de acordeonistas/cantores que o tentaram imitar – no estilo, na fórmula, nas letras ou até no guarda-roupa – para se aquilatar a sua importância na nossa cultura popular.
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